Ela era um sonho destinado a ser esquecido.
Uma ilusão que não queria ser vista.
Deixe-a em paz, no silêncio fantasmagórico
Do passado em sua narrativa melancólica.
Eu não a quero e ela não me quer.
Na harmonia do nosso ser,
De quem somos e quem iremos ser;
De quem fomos e quem poderíamos ter sido,
Nós existimos no leito renegado pela verdade.
A nossa triste realidade — como qualquer outra.
Eu te odeio, garota do espelho.
Seus olhos transbordam devaneios,
Me sobrecarregam com anseios
E me fazem esquecer
Quem eu deveria ser.
Certamente não é você.
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